
O levantamento confirmou que Porto de Galinhas é uma das praias mais caras do litoral pernambucano
Publicado em: 25/01/2017 08:18 Atualizado em: 25/01/2017 08:21
Janeiro é época de férias, sol e muita praia e consumo. Pensando nisso, o Procon-PE realizou a sua primeira pesquisa sobre os preços em barracas, bares e restaurantes, confirmando o que muita gente pensava: Porto de Galinhas é uma das praias mais caras do litoral pernambucano.
Na famosa praia de piscinas naturais, um peixe frito inteiro grande custa entre R$ 70 a R$ 150. Para tomar uma cerveja em lata, o consumidor gasta entre R$ 6 e R$ 8, ou paga R$ 10 em uma long neck. Já a cachaça custa R$ 2, mais barata que a água mineiral, com preço mais em conta de R$ 3. Segundo o gerente de fiscalização do Procon-PE, Roberto Campos, esses valores têm uma explicação. “Isso se deve ao fato desses pontos de lazer receberem mais turistas”, disse.
Na famosa praia de piscinas naturais, um peixe frito inteiro grande custa entre R$ 70 a R$ 150. Para tomar uma cerveja em lata, o consumidor gasta entre R$ 6 e R$ 8, ou paga R$ 10 em uma long neck. Já a cachaça custa R$ 2, mais barata que a água mineiral, com preço mais em conta de R$ 3. Segundo o gerente de fiscalização do Procon-PE, Roberto Campos, esses valores têm uma explicação. “Isso se deve ao fato desses pontos de lazer receberem mais turistas”, disse.
De acordo com o Procon-PE, em Boa Viagem alguns dos preços de comida e bebidas são tabelados, como o refrigerante em lata que custa R$ 5. Já a batata frita sofre variação e uma porção pode custar entre R$ 15 a R$ 20. Todos as dez barracas consultadas cobram em média R$ 20 pelo uso das cadeiras e guarda-sol. Em Olinda, a média de preços na praia de Bairro Novo fica mais em conta. Para quem gosta de caranguejo, o preço é de R$ 4 em qualquer barraca. Até o coco verde é o mais barato das praias pesquisadas, saindo entre R$ 3 a R$ 4. Entretanto, mesmo com esses preços, a cerveja pode sair mais cara do que em Boa Viagem, variando entre R$ 4 e R$ 5, a lata. A pesquisa analisaou 41 itens em barracas, bares e restaurantes.
Por: Diario de Pernambuco



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