Ambulantes e barraqueiros fazem protesto pedindo para trabalhar em praias nos finais de semana

 Grupo bloqueou trecho da Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Atualmente, trabalhadores só podem atuar na orla em dias de semana. Via já foi liberada.

Ambulantes e barraqueiros fizeram protesto na Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, pedindo autorização para trabalhar nas praias nos fins de semana — Foto: Reprodução/WhatsApp

Trabalhadores ambulantes e barraqueiros que atuam em praias da Região Metropolitana do Recife realizaram um protesto, nesta quinta-feira (27), pedindo autorização para trabalhar aos finais de semana. O ato bloqueou trecho da Avenida Boa Viagem, na Zona Sul da capital, e causou engarrafamento. A via já foi liberada.

Esses comerciantes foram autorizados a atuar apenas em dias de semana em todo o litoral em 26 de abril, no processo de flexibilização da quarentena ocorrida em março em todo o estado.


A reabertura foi interrompida nesta semana devido ao crescente número de casos de Covid-19 e as praias foram fechadas para todas as pessoas nos finais de semana até o dia 6 de junho. Até então, apesar da proibição do comércio, a população podia ir para a praia.

Entre os manifestantes, havia pessoa que trabalham praias de cidades como Ipojuca e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, e também na da capital.


"Nós precisamos trabalhar no final de semana.Dia de semana na praia, estamos tendo prejuízo. Não temos possibilidade nenhuma de trabalhar nas semanas", afirmou o comerciante Davi Cavalcanti de Oliveira.


O grupo fechou a Avenida Boa Viagem na altura da Rua Doutor Vicente Gomes, por volta das 10h40. Uma das faixas foi liberada por volta das 11h, mas o engarrafamento era de mais de dois quilômetros, segundo agentes da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) no local.

Por volta das 11h30, a CTTU informou que a a via foi totalmente liberada pelos manifestantes. O G1 entrou em contato com o governo do estado para saber se esses grupos vão receber algum auxílio, mas não recebeu nenhuma resposta até a última atualização desta reportagem.

g1.globo.com/pe

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